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Talento escondido não protege, limita

Martiniano Batista
Por Martiniano Batista 1 Min Leitura
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Há um momento em que parar deixa de ser prudência e passa a ser perda Imagem: IA
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Há um momento em que a vida deixa de aceitar adiamentos. Não por falta de oportunidades, mas porque o tempo cobra posicionamento. A parábola dos talentos revela isso: não se trata do quanto cada um recebeu, mas do que foi feito com o que estava nas mãos.

Enquanto alguns escolhem agir, outros preferem esperar. Esperam o cenário ideal, a segurança completa, a validação externa. E, nessa espera, enterram possibilidades. O silêncio da inércia costuma parecer prudência, quando na verdade é medo disfarçado.

Quem se movimenta entende que crescer exige risco. Não existe avanço sem desconforto. Já quem paralisa se apega a justificativas e evita encarar a própria escolha de não agir.

Movimento revela propósito

A lógica é simples: o que não é usado, se perde. Talento não é enfeite, é ferramenta. Não é sobre perfeição, é sobre movimento.

Errar tentando ensina. Não tentar acumula arrependimentos.

A pergunta muda: o que você tem feito com o que recebeu? Ainda dá tempo de recomeçar, tirar do lugar e agir. No fim, não é sobre intenção é sobre entrega.

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Posted by Martiniano Batista
Evangelista. Secretário executivo pela Faculdade Cecap. Pós-graduando em Ciências Políticas pela Uniminas, especialista em defesa dos direitos da infância e adolescência
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