
O uso de cordões de identificação tem se tornado cada vez mais comum no Brasil como forma de sinalizar deficiências ocultas e garantir atendimento mais adequado. Além do modelo mais conhecido, o de girassol, outros cordões também vêm sendo utilizados para indicar condições específicas.
De acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, são consideradas pessoas com deficiência aquelas que possuem impedimentos de longo prazo que podem dificultar sua participação plena na sociedade. Nesse contexto, os cordões funcionam como uma forma discreta de comunicação dessas necessidades.
O que significa cada cordão
• 🌻 Cordão de girassol
Indica que a pessoa possui uma deficiência oculta, como doenças crônicas, transtornos cognitivos ou condições que não são visíveis. É o único com reconhecimento oficial pela Lei nº 14.624, de 2023.
• 🧩 Cordão com estampas coloridas
Geralmente associado a pessoas com transtorno do espectro autista. As cores e figuras ajudam na identificação e conscientização sobre a condição.
• ♾️ Cordão com símbolo do infinito
Representa pessoas neurodivergentes, abrangendo diferentes condições neurológicas, como autismo, TDAH e outras variações do funcionamento do cérebro.
Para que servem os cordões
O objetivo é simples: indicar que a pessoa pode precisar de suporte adicional em determinadas situações. Isso inclui prioridade em filas, atendimento mais paciente e compreensão em ambientes públicos.
Respeito faz diferença
O uso desses cordões reforça que nem toda deficiência é visível. Reconhecer os símbolos e agir com empatia é fundamental para garantir inclusão e respeito no dia a dia.




