Em 2020, após a conquista da Libertadores, Gabigol assinou um contrato de cinco anos com o Flamengo, que incluía salário entre R$ 1,3 milhão e R$ 1,5 milhão mensais. No entanto, até outubro de 2023, o atacante e o clube já tinham alinhado um novo acordo, com duração de quatro anos, que começaria em janeiro de 2025 e se estenderia até dezembro de 2028.
Nesse contrato, Gabigol receberia um reajuste de 50% no salário e uma bonificação de R$ 50 milhões, distribuída em parcelas ao longo de 48 meses. Mas o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, recuou durante as negociações e apresentou uma nova proposta: um contrato de apenas um ano, com 50% de aumento, mas sem as garantias anteriores.
A oferta não agradou Gabigol, que esperava um salário acima de R$ 2 milhões, além das parcelas de bonificação de aproximadamente R$ 1,04 milhão por mês, elevando seus ganhos mensais a mais de R$ 3 milhões. Essa situação fez com que o atacante se sentisse desvalorizado, especialmente em comparação a outros atletas do clube, como Arrascaeta, Bruno Henrique e Gerson.
Com o impasse, o possível acordo com o Cruzeiro ganha força. Na Toca da Raposa II, o jogador mais bem pago é Matheus Pereira, que recebe cerca de R$ 2 milhões mensais, e um eventual contrato com Gabigol poderia se aproximar desses valores.




