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Série Guia Alimentar: não é sobre perfeição… é sobre direção

Guia traz um convite coletivo: apoiar políticas públicas que promovam alimentação adequada e saudável

Simone Dias
Por Simone Dias  - Nutrição 3 Min Leitura
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Pequenas escolhas no dia a dia podem transformar a relação com a comida, com o corpo e com a própria saúdeIMAGEM: IA
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Depois de tudo que vimos até aqui, talvez você esteja pensando: “Tá… mas no dia a dia, o que eu faço com tudo isso?”. É exatamente isso que o Guia Alimentar responde nos seus “Dez passos para uma alimentação adequada e saudável”.

Não são regras rígidas. São direções possíveis. Um convite para trazer mais consciência para o comer, sem desconectar da vida real.

Dez passos para uma alimentação adequada e saudável

O primeiro passo já diz muito: fazer dos alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação. Ou seja, olhar mais para comida de verdade, do que para produtos prontos.
Depois, vem o cuidado com os ingredientes culinários, usar com moderação, sem excessos, e também a orientação de limitar alimentos processados, isso quer dizer que eles fazem parte da nossa alimentação do dia a dia, mas em menor quantidade. E a recomendação para os ultraprocessados é deixá-los para um EXTRA. Se a base está equilibrada um extra não desequilibra.

Mas o Guia não para no “o que comer”.
Ele amplia. Fala sobre a importância de comer com regularidade e atenção. De valorizar o ambiente das refeições. De desenvolver, exercitar e compartilhar habilidades culinárias. Porque cozinhar não é só preparar comida. É construir autonomia.

Também traz algo muito potente: a importância de planejar o tempo para dar espaço à alimentação. Isso, na prática, é escolher se priorizar.
E mais do que isso, convida a gente a olhar para onde compramos nossos alimentos, dando preferência a locais que oferecem variedade de alimentos in natura.

E talvez um dos pontos mais atuais: ser crítico em relação às informações, orientações e mensagens sobre alimentação que recebemos todos os dias, principalmente em redes sociais.

Por fim, o Guia traz um convite coletivo: apoiar políticas públicas que promovam alimentação adequada e saudável.

Comer: um ato de social

Porque comer também é um ato social. No fundo, esses dez passos não são sobre controle.
São sobre reconexão:
Com a comida.
Com o corpo.
Com a própria vida.

E talvez você não precise começar com todos. Talvez seja só escolher um… e começar por ele. Se essa série fez sentido pra você, continua essa conversa comigo lá no Instagram.

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Posted by Simone Dias Nutrição
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Especialista em comportamento alimentar – Foco ajudar mulheres a entenderem a alimentação como uma grande aliada na saúde e na qualidade de vida.
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