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Anvisa proíbe 32 suplementos da mesma empresa por fabricação irregular em condições insalubres

Anvisa suspende 32 suplementos da Ervas Brasillis por fabricação sem licença e em condições insalubres, incluindo marcas como Turbo Black Vitamin e NB Nutrition

Flávia Marinho
Por Flávia Marinho 2 Min Leitura
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Suplementos da marca Ervas Brasillis foram proibidos pela Anvisa após constatação de fabricação irregular em condições insalubresImagem; Reprodução
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição, comercialização, importação, propaganda e uso de 32 suplementos alimentares produzidos pela empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 5 de setembro de 2025.

A medida foi tomada após inspeções constatarem que os produtos eram fabricados sem licença sanitária, em ambiente insalubre e sem seguir as boas práticas de fabricação de alimentos. A interdição atinge todos os suplementos da empresa, que comercializava diversas marcas.

Produtos e marcas afetados

Entre os itens proibidos estão suplementos populares como creatina, colágeno, maca peruana, cafeína, magnésio e ômega 3. Eles eram vendidos sob diferentes marcas, entre elas:

  • Turbo Black Vitamin
  • Ervas Brasil
  • NB Nutrition
  • Natuforme Produtos Naturais
  • Ozonlife
  • Nutrição Esportiva
  • Max Force
  • Vitacorpus

Entre os exemplos listados pela Anvisa estão a Creatina Monohidratada em diferentes sabores, Colágeno Hidrolisado, Cafeína com Taurina, Tadala Natural, além de produtos como moringa, hibisco, óleo de girassol ozonizado e fórmulas de vitaminas.

A decisão da agência foi fundamentada no artigo 46 do Decreto-Lei nº 986/1969, que obriga estabelecimentos que manipulam ou comercializam alimentos a obter licença da vigilância sanitária municipal, estadual ou distrital. A ausência dessa autorização torna a atividade ilegal e sujeita à apreensão e interdição.

Orientação ao consumidor

Com a proibição em vigor, todos os produtos da empresa devem ser retirados do mercado. A Anvisa recomenda que consumidores interrompam o uso imediato dos suplementos e procurem orientação médica em caso de efeitos adversos.

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