O Instituto Neoenergia e o Agbara estão com inscrições abertas no Distrito Federal para o Circuito Desenvolvimento Institucional nos Territórios (DI), nova frente do programa Impactô Malunga, voltada ao fortalecimento de lideranças comunitárias femininas. A iniciativa oferece formação gratuita para mulheres que desenvolvem ações de impacto social em suas comunidades e ainda possibilita que as participantes concorram a apoio financeiro para ampliar suas iniciativas.
Realizado em parceria com o Agbara, primeiro fundo filantrópico criado para mulheres negras no Brasil, dedicado ao fortalecimento de organizações e projetos liderados por mulheres negras e à promoção da justiça econômica, racial, de gênero e climática, o Circuito DI disponibiliza 30 vagas no DF, preenchidas por ordem de inscrição.
A formação será presencial e abordará temas como desenvolvimento institucional, gestão, planejamento estratégico, comunicação, governança, mobilização de recursos e sustentabilidade, além de incentivar a construção de redes de colaboração entre as participantes. As interessadas podem se inscrever pelo site: https://fundoagbara.org.br/impacto-malunga/.
O Circuito DI integra o programa Impactô Malunga, desenvolvido pelo Agbara em parceria com o Instituto Neoenergia. Enquanto a Chamada Pública da iniciativa apoia organizações de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, o Circuito amplia esse alcance por meio da capacitação de lideranças comunitárias na Bahia, no Distrito Federal e, posteriormente, em São Paulo.
Ao todo, a iniciativa beneficiará 90 mulheres, com 30 vagas em cada localidade. Ao final da formação, as participantes poderão concorrer a aportes financeiros destinados ao fortalecimento de suas iniciativas, ampliando o alcance e o impacto das ações desenvolvidas.
Para a diretora-presidente do Instituto Neoenergia, Renata Chagas, investir no fortalecimento das lideranças femininas é uma forma de ampliar o impacto social nos territórios. “A parceria entre Instituto Neoenergia e Agbara no Impactô Malunga reforça um princípio central: a transformação social começa pelas mulheres. Mesmo em contextos diversos, lideranças femininas negras, indígenas e quilombolas orientam escolhas, mobilizam e cuidam de suas comunidades. Ao somar forças, potencializamos iniciativas que inserem mulheres e territórios vulnerabilizados no centro das soluções e podemos contribuir para a ampliação do impacto social positivo com raízes profundas.”



