A solidariedade encontrou abrigo em cada canto do Distrito Federal. Encerrada nesta quinta-feira (17), a Campanha do Agasalho Solidário 2025 superou todas as expectativas: mais de 34 mil itens arrecadados em pouco mais de dois meses. Idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a iniciativa promoveu uma grande corrente do bem, unindo governo, iniciativa privada e sociedade civil.
O encerramento da campanha aconteceu no Paranoá, onde 200 famílias receberam cobertores e kits de alimentos. A ação marcou o ponto final da campanha, mas não da ajuda — a distribuição continua ao longo do inverno.
A edição deste ano triplicou a meta inicial, fixada em 10 mil doações. Para Mayara Noronha Rocha, o resultado vai além dos números. O maior desafio é mobilizar não só o governo, mas também as pessoas. É sobre cultivar no DF um olhar mais atento ao outro. A cada ano, a campanha cresce na solidariedade e na vontade de ajudar, destacou.
Solidariedade que aquece
As entregas já beneficiaram moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol, Estrutural, Santa Maria e Paranoá, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). E as próximas ações já estão sendo planejadas para alcançar ainda mais famílias.
O frio não espera, e nem a gente. Continuaremos distribuindo mantas e alimentos durante o inverno. É fundamental que a ajuda chegue na hora certa para quem mais precisa, afirmou Talita Mattosinhos, chefe-executiva de Políticas Sociais.
Quem recebeu, agradece com emoção. A professora Juscelma Almeida, 40, foi uma das beneficiadas.
Moro na área rural, e o frio é pesado. Esse kit veio em boa hora. Tenho uma filha adolescente e tudo anda caro. Essa ajuda faz diferença, contou.
A diarista Alineara Barros, 32, também compartilhou a importância da campanha. Mãe de cinco filhos, ela disse que toda ajuda é bem-vinda.
Acompanho os programas sociais do GDF há um tempo. Uma cesta básica muda muita coisa na nossa casa.
Lançada em 8 de maio, a campanha mostrou mais uma vez que a solidariedade é um esforço coletivo. E mesmo com a arrecadação encerrada, o espírito de cuidado continua vivo — distribuído em forma de agasalho, alimento e esperança.




