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José Humberto: o maestro que faz a máquina do GDF funcionar

À frente da Secretaria de Governo, ele articula, comanda e mantém Brasília no rumo, com obras, programas sociais e olhar para o futuro

Dedé Roriz
Por Dedé Roriz 4 Min Leitura
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Nos bastidores do governo, José Humberto organiza, conecta e fortalece o jogo políticoImagem: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília
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Se existe uma engrenagem que mantém a máquina pública do Distrito Federal funcionando, ela atende pelo nome de Secretaria de Governo. E, no comando dessa estrutura, está um dos nomes mais influentes dos bastidores do Buriti: José Humberto Pires de Araújo, ou simplesmente Pezão, como é chamado por aliados e lideranças da cidade.

Com uma trajetória que une vida empresarial e décadas de serviço público, José Humberto é reconhecido como a voz da articulação política do GDF. A ele recorrem administradores, secretários e deputados sempre que o assunto é resolver demandas, alinhar ações ou destravar projetos.

Articulação, comando e entrega

A Secretaria de Governo é a ponte direta entre o Palácio do Buriti e as 35 regiões administrativas. Uma estrutura que articula, orienta e entrega. “O que vale é o que chega na porta do cidadão”, resume José Humberto, com a clareza de quem entende que política se faz com resultado — na prática.

Sua gestão se apoia em três pilares: a Secretaria Executiva das Cidades, que articula diretamente com as administrações regionais; a Secretaria Executiva de Articulação Governamental, que conecta os órgãos que prestam serviço à população; e a gestão interna da própria Secretaria, que garante o funcionamento da operação.

Sob seu comando nasceram programas como o GDF Presente, voltado às demandas emergenciais, e o GDF nas Ruas, responsável por ações estruturais, como recapeamento, reforma de praças, construção de calçadas e modernização da iluminação pública. “No nosso governo, tem data para começar e prazo para entregar”, afirma.

O que vale é o que chega na porta do cidadão”José Humberto, secretário de Governo do Distrito Federal

Obras, social e futuro

Os números falam. Desde 2019, o governo Ibaneis executou mais de 3.800 obras, entre viadutos, duplicações, novas vias, hospitais, escolas, creches e equipamentos públicos, somando mais de R$ 15 bilhões em investimentos.

Na área social, o salto foi expressivo. O orçamento, que era de R$ 300 milhões, ultrapassou R$ 1,3 bilhão, com programas como Prato Cheio, Cartão Gás, Cartão Material Escolar, Cartão Creche e a ampliação dos restaurantes comunitários, que hoje oferecem café da manhã, almoço e jantar.

Na saúde, são destaques o Hospital de Planaltina, as construções das unidades do Guará, Recanto das Emas e São Sebastião, além da expansão das UPAs e UBSs. O governo também abriu chamamento público para que hospitais particulares realizem cirurgias eletivas e atendimentos oncológicos, aliviando a rede pública.

O xadrez de 2026

No centro das articulações que desenham o cenário para 2026, José Humberto acompanha de perto a movimentação da base governista. A sucessão de Ibaneis já tem nome: Celina Leão, vice-governadora, que surge como pré-candidata ao GDF. A composição nos bastidores também cogita Gustavo Rocha como vice e Ibaneis Rocha disputando uma vaga no Senado.

E a missão de José Humberto está definida: disputar uma vaga de deputado federal. “Pensei em encerrar minha trajetória pública e até escrever um livro, mas entendi que ainda tenho uma missão. Brasília me deu tudo. Agora é hora de retribuir”, afirma.

Aos 70 anos, com energia de sobra e uma biografia marcada por trabalho, articulação e resultados, ele segue peça-chave no tabuleiro político do DF — o maestro que faz a máquina do GDF funcionar.

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