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“A política como chamado e o desafio de 2026”

Ex-deputado distrital e atual presidente do IPHAN, Leandro Grass aposta na união do campo progressista e no diálogo com a sociedade para disputar o governo do DF

Dedé Roriz
Por Dedé Roriz 2 Min Leitura
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A favor do diálogo e de propostas sociais, Leandro articula alianças para disputar a eleição majoritária na capitalImagem: Valter Campanato/Agência Brasil
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Professor e ex-parlamentar, Leandro Grass quase levou a eleição ao segundo turno em 2022, com mais de 434 mil votos. Nascido em Brasília e com trajetória marcada pela defesa da educação e da sustentabilidade, hoje preside o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Durante o mandato na Câmara Legislativa, visitou mais de 370 escolas, hospitais, CRAS, CREAS e unidades de internação. Era presença constante nos locais, ouvindo a população e cobrando melhorias. “Faltou estrutura, mas sobrou coragem e vontade de transformar”, afirma.

No comando do IPHAN

À frente do IPHAN, Leandro conduz mais de 200 obras no país e lidera ações de valorização do patrimônio material e imaterial. “Brasília precisa usar seu tombamento a favor do turismo e da educação, não como obstáculo ao desenvolvimento”, afirma.

Rumo a 2026

Com forte recall e diálogo com nomes como Leila Barros, Gabriel Magno e lideranças do PSB e PT, defende a união da oposição. “Se a esquerda se fragmentar, o governo atual vence no primeiro turno.”

Sem negar convites partidários, inclusive do PT, reforça: “Sou pré-candidato. Quem sai da urna com 26% já está no jogo”. Para ele, o essencial é apresentar um projeto sólido para saúde, transporte, educação e assistência.

Fala que convence

Crítico à comunicação falha de governos passados, reconhece a habilidade do GDF atual nesse quesito. “Ibaneis sabe comunicar. Isso faz diferença. Agnelo e Hollenberg fizeram muito, mas falharam na comunicação.”

Olhar para frente

Leandro aposta em escuta, diálogo e reconstrução de alianças. “A disputa não é entre esquerda e direita, e sim sobre quem está disposto a enfrentar as desigualdades do DF e entregar uma cidade mais justa e eficiente.”

Na corrida por 2026, ele segue em campo, com estratégia, experiência e disposição para fazer da política um verdadeiro instrumento de transformação.

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