A trajetória do deputado distrital Pepa é marcada por um caminho que começa longe dos gabinetes e passa, necessariamente, pelo cotidiano da população. Natural do interior da Bahia, ele chegou à capital federal ainda jovem, em busca de oportunidade, carregando a mesma esperança que trouxe milhares de brasileiros ao Distrito Federal nas últimas décadas.
Ao relembrar sua chegada, Pepa destaca que o primeiro emprego foi determinante para sua permanência e construção de vida. “O primeiro emprego, para mim, foi tudo. Ele me deu a tranquilidade e a segurança de que eu poderia seguir em frente”, afirmou. A experiência como trabalhador e o envolvimento com atividades culturais e comunitárias moldaram o perfil de quem, anos depois, passaria a representar a população na Câmara Legislativa.
A entrada na política não surgiu como objetivo inicial, mas como consequência de um trabalho contínuo junto à comunidade. Segundo o parlamentar, o reconhecimento veio a partir da atuação direta com as pessoas, no dia a dia, antes mesmo de ocupar qualquer cargo público. “O processo político é consequência do serviço que você presta dentro da comunidade”, destacou .
Política que nasce do contato
Ao longo do mandato, Pepa mantém como marca a proximidade com a população, defendendo uma atuação baseada no contato direto e na escuta ativa. Ele afirma que não alterou sua forma de agir após a eleição e que o acesso às pessoas segue como prioridade. “Eu não vou mudar o meu jeito de ser. Eu continuo no mesmo lugar, com as pessoas, ouvindo e sendo cobrado”, pontuou . Não é só fazer obra. É preciso cuidar de gente”Pepa, deputado distrital
Na avaliação do deputado, os principais desafios do DF passam, sobretudo, pela área da saúde, considerada por ele o maior gargalo atual. A carência de profissionais e a necessidade de melhorias estruturais são apontadas como entraves que exigem ação conjunta entre Executivo e Legislativo.
Além das demandas estruturais, Pepa ressalta que a política precisa ir além das obras e alcançar diretamente a vida das pessoas. “Não é só fazer obra. É preciso cuidar de gente”, afirmou, ao destacar projetos sociais e ações voltadas para crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade .
Com uma atuação voltada para a base e pautada na vivência comunitária, o parlamentar reforça que o exercício político, para além de cargos, deve estar ligado à responsabilidade de transformar realidades e responder às demandas concretas da população.




