A disputa pelo Palácio do Buriti em 2026 já começou a tomar forma. Com o governador Ibaneis Rocha (MDB) fora da corrida após dois mandatos, pelo menos cinco nomes surgem como pré-candidatos ao governo do Distrito Federal. O movimento antecipado indica um cenário de intensa articulação política e reconfiguração de forças locais.
Entre os nomes mais comentados estão a vice-governadora Celina Leão (PP), que deve tentar se consolidar como sucessora natural de Ibaneis; o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), que busca retornar à cena política; e o atual presidente do Iphan no DF, Leandro Grass (PT), que deve representar a principal aposta da base do governo federal na capital.
Também aparecem na disputa a deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania), que tem reforçado seu discurso de renovação política, e o interventor federal na segurança do DF pós-8 de janeiro, Ricardo Cappelli (PSB), conhecido por sua atuação firme durante o período de crise institucional.
Embora o quadro ainda esteja em formação, o debate já se intensifica nos bastidores. Partidos articulam alianças, e cada pré-candidato tenta construir sua narrativa em torno de temas centrais para o eleitorado, como segurança pública, transporte, moradia e combate às desigualdades sociais.
Com a saída de Ibaneis, o desafio será conquistar um eleitorado dividido entre a continuidade do modelo atual e a busca por renovação. O registro oficial das candidaturas ocorrerá apenas em agosto de 2026, mas os movimentos de bastidores mostram que a corrida pelo Buriti já começou.



