Na manhã de domingo (19), o Museu do Louvre, em Paris, foi alvo de um roubo audacioso que durou menos de quatro minutos, segundo a ministra da Cultura da França, Rachida Dati. Nove joias históricas foram subtraídas da Galerie d’Apollon, incluindo peças da Rainha Maria Amélia, da Rainha Hortense, do conjunto Marie-Louise e da Imperatriz Eugénie.
A coroa da Imperatriz Eugénie, composta por 1.354 diamantes e 56 esmeraldas, foi encontrada danificada nas proximidades do museu. Os ladrões aparentemente a deixaram cair durante a fuga. As demais peças, entre tiaras, colares, brincos e broches, ainda não foram recuperadas.






Os criminosos acessaram a galeria utilizando um elevador de carga externo, demonstrando planejamento e precisão. Especialistas destacam que a comercialização dessas peças no mercado legal é praticamente impossível, devido à notoriedade e ao valor histórico das joias. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e a investigação segue em andamento.
O roubo ressalta a vulnerabilidade de museus internacionais, mesmo em locais de grande visibilidade, diante de ações rápidas e organizadas do crime.




