A Câmara de Inovação e Tecnologia da Informação da Fecomércio-DF reuniu representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão), do Governo Federal, e da Softex, entidade que atua no fortalecimento do ecossistema tecnológico brasileiro. O encontro buscou alinhar estratégias para impulsionar a inovação e ampliar a inclusão social por meio da tecnologia.
Durante a reunião, foram discutidos temas como o combate à discriminação, a valorização da mão de obra qualificada, a presença feminina no setor e a integração entre inovação e economia criativa.
O coordenador-líder da Câmara e presidente da Softex, Christian Tadeu, destacou que a presença do Conselhão teve como foco a apresentação do projeto Potências Negras e Tecnologia, iniciativa da Presidência da República voltada à promoção da inclusão racial e ao uso da tecnologia como ferramenta de transformação social.
Para o secretário-executivo do Conselhão, Olavo Oleto Alves, a tecnologia é um instrumento decisivo na redução das desigualdades.
Quando aproximamos o poder público do setor produtivo, criamos soluções mais eficazes e democráticas. A inovação é uma força capaz de impulsionar o desenvolvimento econômico e social do país, afirmou.
O vice-presidente executivo da Softex, Diones Lima, reforçou que a parceria entre as instituições é fundamental para que o Brasil avance na agenda tecnológica.
Nosso objetivo é transformar o país em uma referência em inovação inclusiva, que gere oportunidades e desenvolvimento sustentável, disse.
A Softex apresentou iniciativas voltadas à transformação digital, à capacitação profissional e ao desenvolvimento de cidades inteligentes e portos digitais, mostrando como essas ações podem fortalecer o comércio, o varejo e os serviços.
O encontro também contou com a participação do coordenador-geral das Câmaras Temáticas da Fecomércio-DF, Hélio Queiroz, da chefe de gabinete Caetana Franarin, e dos coordenadores das Câmaras de Economia Criativa e Mulheres, Reinaldo Gomes e Bernadeth Martins. Ambos apresentaram resultados de pesquisas e projetos desenvolvidos por seus grupos, como o estudo Panorama da Economia Criativa do DF e a carta aberta elaborada no 1º Fórum de Empreendedorismo Feminino. Esses materiais servirão de base para novas ações de inclusão e inovação.




