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Israel confirma libertação de todos os 20 reféns vivos após acordo mediado por Trump

Os reféns, sequestrados pelo Hamas em 2023, foram entregues às autoridades israelenses neste domingo; outros 26 permanecem mortos em Gaza, e dois seguem com status incerto

Flávia Marinho
Por Flávia Marinho 2 Min Leitura
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Reféns israelenses desembarcam em base militar após libertação pelo HamasImagem: Divulgação
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Israel confirmou neste domingo (13) que todos os 20 reféns ainda vivos em poder do Hamas foram libertados e já estão sob custódia do país. A libertação faz parte da primeira fase de um acordo de cessar-fogo mediado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ocorre quase dois anos após o sequestro em massa ocorrido durante o ataque de 7 de outubro de 2023.

Entre os libertados estão nomes como Bar Abraham Kupershtein, Evyatar David, Yosef-Chaim Ohana, Segev Kalfon, Avinatan Or, Elkana Bohbot, Maxim Herkin, Nimrod Cohen, Matan Angrest e Matan Zangauker. Eles foram entregues às Forças de Defesa de Israel (FDI) e passaram por avaliação médica e psicológica antes de reencontrar as famílias.

Acordo de cessar-fogo e libertações cruzadas

O acordo, mediado por Trump e apoiado pelo Egito e pelo Catar, prevê também a libertação de palestinos detidos em prisões israelenses. Essa troca de prisioneiros simboliza o primeiro passo de um plano mais amplo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que ainda precisa avançar para incluir a devolução dos corpos dos reféns mortos.

De acordo com o governo israelense, 26 pessoas sequestradas foram oficialmente declaradas mortas, e seus corpos continuam em Gaza. Há ainda dois reféns com status indefinido: Tamir Nimrodi e Bipin Joshi, cujo paradeiro segue desconhecido.

Um passo simbólico, mas ainda distante da paz

A libertação dos reféns foi celebrada por autoridades israelenses e por familiares das vítimas, mas analistas afirmam que o acordo está longe de garantir estabilidade. A situação humanitária na Faixa de Gaza continua crítica, e a tensão entre os dois lados permanece elevada.

A imprensa local destaca que as negociações para as próximas fases do cessar-fogo devem focar na devolução dos corpos e em um possível acordo de reconstrução para Gaza, o que ainda encontra resistência entre líderes israelenses e palestinos.

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