Entre um café no Palácio do Buriti e conversas reservadas nos corredores do poder, um comentário se repete: Celina Leão já teria escolhido seu vice para 2026, e o nome é Gustavo Rocha. Não se trata apenas de afinidade pessoal, mas de um conjunto de atributos que o colocam como ‘favorito’ nas entrelinhas dos corredores.
Gustavo é articulador por natureza. Consegue negociar com base, oposição e indecisos, sempre saindo com acordos bem costurados. Nas rodas de articulação, é conhecido por equilibrar egos, evitar rupturas e acalmar os ânimos em momentos decisivos.
À frente da Casa Civil, acumulou experiência valiosa. Discreto e eficiente, entrega resultados sem buscar holofotes, o que reforça a confiança de Celina, que confidencia a aliados que confia nele de olhos fechados.
Um aliado estratégico
Outro ponto forte é o trânsito livre entre deputados, administradores e lideranças comunitárias. Gustavo soma capital político indireto, essencial em qualquer projeto coletivo. Entende de números, colabora com o planejamento orçamentário e mantém a calma durante crises, como greves ou tensões na saúde.
Na mídia, dosa presença com equilíbrio. Fala quando necessário, mas não busca manchetes por vaidade. Essa postura agrada à base governista e conquista respeito até da oposição, que reconhece sua habilidade técnica.
Gustavo também conhece Brasília como poucos. Circula com naturalidade pelas regiões administrativas e entende as demandas reais da população. Sua imagem leve evita o desgaste comum em reeleições e reforça a confiança até no silêncio, já que nunca traiu uma confidência.
No xadrez do Buriti, Celina já tem a rainha. Mas o bispo que abre caminho pelas diagonais atende pelo nome de Gustavo Rocha.




