A eleição de 2026 ainda está distante no calendário, mas já começou no terreno mais conhecido da política recente, o da desinformação. Antes mesmo do ano terminar, fake news voltaram a circular no Distrito Federal, sinalizando que o ambiente eleitoral seguirá marcado por boatos, ataques coordenados e tentativas de desgaste antecipado.
Os principais alvos seguem claros. A vice-governadora Celina Leão e o governador Ibaneis Rocha continuam na mira de notícias falsas, espalhadas mesmo em período de festas, quando o clima deveria ser de trégua. A mentira mais recente envolve supostos problemas no pagamento dos servidores públicos. Não há qualquer fundamento. Ainda assim, o estrago se espalha rápido.
Criar pânico virou método. Mesmo desmentidas, essas narrativas geram medo, insegurança e ruído desnecessário entre servidores e a população em geral. O terrorismo político, travestido de informação, exige reação firme e vigilância constante.
Impacto imediato
Fora do campo da desinformação, Brasília vive outro cenário. Grandes eventos aqueceram a economia, elevaram a ocupação hoteleira e movimentaram bares, restaurantes e serviços. Jogos na Arena BRB, como as partidas do Flamengo, mostram impacto imediato na cidade, com empregos diretos e indiretos sendo ativados.
No campo político, o deputado distrital Iolando amplia sua presença no DF com atuação reconhecida na defesa das pessoas com deficiência. Em São Sebastião, Rogério Morro da Cruz celebra avanços históricos, como a chegada do hospital aguardado há anos. Já no cenário federal, Fred Linhares aparece bem posicionado nas pesquisas e é tratado como peça-chave do Republicanos para 2026. No PL, a estratégia está definida, Bia Kicis disputará a reeleição. Sem ela, a nominata perde força.
A disputa começou cedo. A diferença é escolher entre o barulho das fake news ou os fatos que movem a cidade.




