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EUA lançam ataque à Venezuela e Trump anuncia captura de Maduro

Explosões na madrugada, acusações de “agressão militar” e repercussão internacional marcam crise entre os dois países

Giza Soares
Por Giza Soares 3 Min Leitura
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Explosões e movimentação militar em Caracas marcam a madrugada de tensão entre Venezuela e Estados UnidosReprodução
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Na madrugada de sábado, 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos conduziram um ataque militar de grande escala dentro do território venezuelano, com explosões registradas em Caracas e em outras regiões do país, em meio a uma escalada de tensões entre os dois governos. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que as forças dos Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e os retiraram do país.

De acordo com informações divulgadas pelo governo norte-americano, a ação foi executada com sucesso e envolveu operações coordenadas por forças especiais, com o objetivo de deter o líder venezuelano, que é alvo de acusações de narcoterrorismo e outros crimes em tribunais dos Estados Unidos.

Moradores de Caracas relataram fortes explosões e a presença de aeronaves voando a baixa altitude nas primeiras horas da manhã. O clima foi de apreensão, com movimentação militar intensa em áreas próximas a instalações estratégicas e regiões urbanas da capital.

Estado de emergência

Do lado venezuelano, o governo classificou a ação americana como uma “agressão militar muito grave” e uma violação direta da soberania nacional. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, afirmou que o país foi alvo de um ataque covarde e convocou apoio internacional diante da presença de forças estrangeiras em solo venezuelano.

Em comunicado oficial, o Executivo de Caracas declarou estado de emergência nacional e convocou a população a se mobilizar em defesa do país contra o que chamou de intervenção imperialista, reforçando o discurso de resistência e unidade nacional.

A ofensiva provocou reação imediata no cenário internacional. Países aliados ao governo venezuelano condenaram os ataques, enquanto outras nações pediram moderação, diálogo e respeito ao direito internacional, diante do risco de agravamento do conflito.

Analistas avaliam que a ação representa uma das maiores escaladas militares dos Estados Unidos na América do Sul nas últimas décadas, após meses de pressão política, sanções econômicas e acusações envolvendo narcotráfico e disputas geopolíticas entre Washington e Caracas.

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