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Carga tributária dispara no governo Lula com recorde de arrecadação e aumento de impostos

Dados indicam crescimento da arrecadação federal, elevação da carga tributária e manutenção de déficit nas contas públicas

Ana Andrade
Por Ana Andrade 2 Min Leitura
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Movimentação econômica e decisões fiscais seguem no centro das discussões sobre gestão das contas públicas no país.Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou, ao longo do terceiro mandato, uma série de medidas com impacto na arrecadação federal. Levantamentos apontam ao menos 28 ações relacionadas a tributos, incluindo alterações em alíquotas, criação de cobranças e revisão de benefícios fiscais.

Entre as medidas estão mudanças em impostos de importação, incidência sobre o setor de petróleo e ajustes em tributos como PIS/Cofins e IOF. Também foram promovidas revisões em incentivos fiscais aplicados a diferentes setores da economia.

Em 2024, a arrecadação federal somou R$ 2,65 trilhões, com crescimento real de 9,62% em relação ao ano anterior, considerando a inflação. No mesmo período, a carga tributária consolidada atingiu 34,2% do Produto Interno Bruto, segundo dados oficiais.

Gastos públicos

As despesas do governo federal corresponderam a 32,2% do PIB. O resultado primário do período foi um déficit de R$ 43 bilhões.

De acordo com os dados disponíveis, ao longo dos três anos de gestão, os gastos superaram a meta fiscal em R$ 324 bilhões, sem o alcance do objetivo de déficit zero.

Cenário econômico

Os números têm sido acompanhados por diferentes análises no campo econômico, envolvendo discussões sobre arrecadação, controle de gastos e equilíbrio fiscal.

Especialistas destacam que a relação entre receitas e despesas públicas segue como um dos principais pontos de atenção na condução da política econômica.

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