Os sindicatos que representam os sistemas eletrônicos de segurança, as locadoras de veículos e as autoescolas no Distrito Federal definiram suas diretorias para mandatos até 2030. Duas entidades reconduziram seus presidentes: Perseu Iuata segue à frente do Siese-DF, e Júlio Ribal permanece na presidência do Sindiloc-DF. Já no Sindauto-DF, Marcus Viturino assume o comando, enquanto Joaquim Loiola permanece como vice-presidente.
Sistemas eletrônicos de segurança
O Siese-DF reúne cerca de 350 empresas dedicadas à instalação, monitoramento e manutenção de sistemas de vigilância modernos. Perseu Iuata destacou que a gestão anterior fortaleceu a aproximação entre empresários, distribuidores e fabricantes, consolidando o Encontro das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do DF como referência anual do setor.
Entre os principais desafios do novo mandato estão a escassez de profissionais qualificados e a adaptação às mudanças legislativas, como a nova Lei de Segurança Pública e Privada e a lei das portarias virtuais. “Precisamos investir na formação e atrair novos talentos, além de ampliar a participação das empresas em projetos ligados a cidades inteligentes”, afirma Perseu.
Locadoras de veículos
O Sindiloc-DF representa mais de 5,7 mil empresas, incluindo locadoras de pequeno e grande porte, além de operadoras de transporte de passageiros. Júlio Ribal enfatizou que a atuação institucional, as convenções coletivas e o suporte da Fecomércio-DF contribuíram para o crescimento médio de 15% ao ano no setor desde 2022, que atualmente representa 30% dos emplacamentos de veículos na capital.
“Trabalhamos para fortalecer o segmento e melhorar o ambiente de negócios, sempre atentos aos anseios das empresas”, disse Ribal.
Centros de Formação de Condutores
O Sindauto-DF, que reúne cerca de 140 autoescolas, passa a ter Marcus Viturino como presidente. Entre os principais desafios estão os impactos da Resolução nº 1.020 do Conselho Nacional de Trânsito, que dispensou a obrigatoriedade de aulas práticas, e a discussão sobre instrutores atuarem como microempreendedores individuais (MEI).
Segundo Viturino, a prioridade da gestão será garantir segurança jurídica, fortalecer o modelo empresarial responsável e atuar junto à comissão especial do Congresso Nacional para revisar regras de formação de condutores e da CNH.
“É fundamental que haja uma empresa responsável, para que alunos tenham a quem recorrer em caso de problemas com instrutores”, destaca.




