À frente de uma das pastas mais desafiadoras do Governo do Distrito Federal, a Secretaria de Educação, Hélvia Paranaguá transformou resultados administrativos em capital político. Sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, a educação do DF avançou em indicadores históricos e fortaleceu o nome da secretária para a disputa eleitoral de 2026, como pré-candidata do MDB-DF à Câmara dos Deputados.
O principal cartão de visitas da gestão é a redução drástica do déficit de vagas em creches. Em seis anos, a fila caiu 94%, de 24 mil crianças para um patamar próximo da universalização, com meta de zerar o passivo em 2026. O resultado veio com a inauguração de 26 novas creches desde 2019 e a ampliação do Cartão Creche, que beneficiou mais de 87 mil famílias apenas em 2025.
Outro eixo estruturante foi o auxílio direto às famílias. O Cartão Material Escolar atende cerca de 200 mil alunos, com créditos de até R$ 320 para a compra do próprio material. O Cartão Uniforme Escolar, universal na rede, garantiu peças de qualidade e impulsionou a economia local, com a produção de cerca de 3 milhões de itens.
O mundo como sala de aula
A educação do DF também ganhou projeção internacional. Com apoio da primeira-dama Mayara Rocha, o programa Pontes para o Mundo enviou 102 estudantes para intercâmbio no Reino Unido em 2025 e deve ampliar para 400 vagas em 2026, incluindo Canadá e França.
Nos bastidores, aliados apontam que quem se firma na Educação adquire musculatura política. Hélvia construiu o que analistas chamam de “carisma silencioso”, gestão firme, discurso técnico e resultados mensuráveis. O caminho lembra o de Eurides Brito, que fez história ao sair da Secretaria para a Câmara. A diferença é o tempo: agora, os números falam mais alto e projetam a secretária do DF para um debate nacional sobre educação.




