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Celina Leão inaugura nova ala de nefrologia no HRT e amplia vagas de hemodiálise

Reforma moderniza estrutura, amplia capacidade de atendimento e reforça suporte a pacientes renais na rede pública

Redação
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Nova ala de nefrologia do HRT recebe equipamentos modernos.Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
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A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, inaugurou nesta segunda-feira (16) a nova ala de nefrologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). A unidade passou por reforma completa e já está em funcionamento, com ampliação significativa da capacidade de atendimento em hemodiálise.

Com as melhorias no HRT e no Hospital Regional do Gama (HRG), a capacidade hospitalar conjunta saltou de 70 para 180 vagas, um crescimento de 157%. Apenas no HRT, o número de vagas passou de 50 para 140 após a aquisição de 29 novas máquinas.

Estrutura modernizada

A reforma incluiu pintura, adequações elétricas e a substituição integral do sistema de osmose reversa, equipamento responsável pela purificação da água utilizada na hemodiálise. O sistema é considerado essencial para garantir segurança e qualidade no tratamento de pacientes com insuficiência renal.

O investimento total foi de R$ 4,7 milhões, que garantiram a compra de 75 novas máquinas para a rede pública. No HRG, a modernização contou com aproximadamente R$ 3 milhões e incluiu 16 novos equipamentos, além de melhorias na infraestrutura elétrica, hidráulica e de climatização.

Em 2025, o HRT já realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise. Inaugurado em 1974, o hospital é referência na rede pública de saúde e foi a primeira unidade do Distrito Federal a implantar um Banco de Leite Humano, em 1978.

Expansão na rede

O Governo do Distrito Federal também prepara um novo edital de credenciamento para ampliar a participação de clínicas particulares e aumentar a oferta de vagas. A expectativa é expandir em cerca de 700 vagas na rede.

No Hospital Regional do Gama, a capacidade oficial dobrou, passando de 20 para 40 vagas. A unidade também passou a oferecer suporte dialítico em leitos de UTI e no box de emergência, fortalecendo o atendimento a pacientes críticos.

Segundo o governo, a meta é garantir suporte de hemodiálise em todos os leitos de terapia intensiva da rede, com o objetivo de reduzir transferências e ampliar a eficiência no atendimento.

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