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Especialistas alertam para risco de doenças transmitidas pelo beijo no Carnaval

Com a proximidade da folia, médicos reforçam que infecções virais e bacterianas podem ser transmitidas pela saliva

Ana Andrade
Por Ana Andrade 2 Min Leitura
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Durante a folia, a troca de saliva pode aumentar o risco de contágio por infecções respiratórias e virais.Imagem: Tomaz Silva/Agência Brasil
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Com a chegada do Carnaval, aumentam os encontros, a proximidade física e os beijos entre foliões. O que muitos esquecem, porém, é que a saliva pode ser uma via de transmissão para diversas doenças infecciosas.

De acordo com especialistas em saúde, o beijo pode facilitar a propagação de vírus e bactérias, principalmente quando há contato intenso ou múltiplos parceiros em curto período de tempo. Entre as infecções mais comuns estão a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”, herpes labial, gripe, Covid-19 e outras viroses respiratórias.

Infecções silenciosas

Algumas doenças podem se manifestar dias após o contato, com sintomas como febre, dor de garganta, cansaço excessivo e ínguas no pescoço. No caso da herpes, por exemplo, o vírus pode ser transmitido mesmo quando não há lesões visíveis.

Especialistas explicam que pessoas com baixa imunidade ficam mais vulneráveis a complicações. O consumo excessivo de álcool, comum durante o Carnaval, também pode reduzir as defesas do organismo.

Prevenção é essencial

Médicos orientam que a principal forma de prevenção é evitar o beijo quando houver sinais aparentes de infecção, como feridas na boca ou sintomas gripais. Manter boa hidratação, alimentação equilibrada e atenção à própria saúde também contribuem para reduzir riscos.

O Carnaval é um momento de celebração, mas cuidados simples ajudam a evitar que a folia termine em consultórios e hospitais nos dias seguintes.

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