O deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil) fez um balanço do mandato e do ano, com foco no papel que assumiu como presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Câmara Legislativa.
Ao comentar a rotina da comissão, Pedrosa afirmou que o trabalho vai além do debate político e exige acompanhamento técnico, cobrança de execução e fiscalização. “A gente tem que deixar claro que participa, porque é parte do trabalho da Câmara Legislativa de Fiscalização”, disse, ao defender que o orçamento não pode ser apenas “simbólico”, precisa virar política pública na ponta.

Na saúde, ele apontou que o governo envia a peça orçamentária e o Legislativo discute as ações, citando como novidade a previsão de “seis novas unidades” voltadas ao atendimento no ano seguinte. Ele também associou obras e nomeações a um mesmo trilho, ao afirmar que “não adianta nada você fazer uma unidade de saúde, você construir um hospital sem ter um médico dentro para atender as pessoas”.
Pautas invisíveis, foco constante
O deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil) fez um balanço do mandato e do ano, com foco no papel que assumiu como presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Câmara Legislativa.
Ao comentar a rotina da comissão, Pedrosa afirmou que o trabalho vai além do debate político e exige acompanhamento técnico, cobrança de execução e fiscalização. “A gente tem que deixar claro que participa, porque é parte do trabalho da Câmara Legislativa de Fiscalização”, disse, ao defender que o orçamento não pode ser apenas “simbólico”, precisa virar política pública na ponta.
Na saúde, ele apontou que o governo envia a peça orçamentária e o Legislativo discute as ações, citando como novidade a previsão de “seis novas unidades” voltadas ao atendimento no ano seguinte. Ele também associou obras e nomeações a um mesmo trilho, ao afirmar que “não adianta nada você fazer uma unidade de saúde, você construir um hospital sem ter um médico dentro para atender as pessoas”.
Pedrosa reforçou a marca do mandato nas pautas de autismo e doenças raras, dizendo que decidiu atuar “onde ninguém tá olhando”. Ele citou entregas e projetos associados a essa agenda, como “conseguimos o primeiro Centro de Referência do Autismo, que foi inaugurado na semana passada” e que “a gente optou pela construção do Hospital de Doenças Raras”. Também mencionou a aprovação de uma medida recente, “prioridade no aluguel social para mães atípicas e cuidadores atípicos”, e disse que discute a ideia da “Casa da Mãe Atípica” como sonho e desenho de projeto.
No debate, Odir Ribeiro trouxe o exemplo de uma mãe, citada como Jéssica, e afirmou que muitas mulheres ficam sozinhas no cuidado dos filhos, chegando a mencionar que “78% das vezes, o companheiro abandona”, número apresentado por ele no programa.
2026, reeleição e recado
O deputado afirmou que trabalha para reeleger-se distrital em 2026, justificando que quer ver projetos “no meio do caminho” sendo entregues. “Eu não gosto de começar uma coisa e não terminar”, resumiu.
Na disputa pelo governo da capital federal, ele disse que seguirá o grupo do governador Ibaneis Rocha. “Eu tenho um compromisso com o governador Ibanez”, declarou, e completou: “Diante do cenário atual, sim, é Celina Leão”, ao falar do apoio à vice-governadora.
No cenário nacional, Pedrosa se posicionou de forma direta: “Eu sou Ronaldo Caiado”, e acrescentou que, se Caiado for candidato, “ele será o meu candidato a presidente da República”. Ao falar do ambiente político, também registrou incômodo com tensões entre Poderes e defendeu valorização do Legislativo, dizendo que “o legislativo tem que ser respeitado”.
Vida pessoal
No encerramento, em clima descontraído, Pedrosa comentou planos de família e disse: “Eu queria ter pelo menos três filhos” e “O sonho da minha vida é ser pai”.



