Robério Negreiros (PSD) tem se movido com a precisão de quem sabe que, na política, cada gesto vale tanto quanto cada palavra. Em “fase de escuta”, conversa com diferentes frentes antes de definir o próximo passo.
A possível ida ao Podemos é tratada com naturalidade, mas sem precipitação:
Nada fechado, nada descartado. Para ele, decisões precisam ter coerência, não pressa.
Ao analisar o cenário majoritário, ele reconhece que Celina Leão (PP) ganha espaço. Afirma que ela “chega forte, com capilaridade e diálogo”, reorganizando cálculos internos de siglas como União Brasil, PSD e Podemos. Ainda assim, lembra que 2026 não será decidido apenas nas articulações partidárias, mas no que cada liderança entrega à população até lá.
O jogo antes do jogo
Enquanto avalia caminhos, Robério intensifica conversas com setores produtivos, lideranças comunitárias e grupos que acompanham seu trabalho há anos. Mantém a qualificação profissional como prioridade, por acreditar no impacto direto dessa política na vida das famílias.
Quero deixar legado, não apenas registro fotográfico, diz.
Ele também observa uma reorganização silenciosa no DF. Partidos testam alianças, movimentos se cruzam e o tabuleiro avança antes mesmo da campanha começar. Nesse ambiente, o deputado adota discrição, amplia articulações e evita ruídos que antecipam conflitos.
Sua estratégia revela maturidade, escuta e consistência. Nos bastidores, o nome de Robério circula com força crescente — não por falas estrondosas, mas pela construção cuidadosa de cada passo. Para ele, 2026 já começou, mesmo fora do calendário.




