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Obras em ritmo acelerado e olho em 2026

Valter Casimiro defende foco técnico, promete entregas e prepara terreno para a sucessão no DF

Dedé Roriz
Por Dedé Roriz 2 Min Leitura
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Obras em ritmo acelerado e olho em 2026Imagem: Dedé Roriz
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Brasília virou um canteiro de obras, e o secretário Valter Casimiro atribui o momento à retomada de investimentos do governo Ibaneis. Técnico por formação, ele afirma que não pretende disputar mandato e diz trabalhar como se cada dia fosse o último, deixando projetos prontos para o próximo governo. Nos bastidores, a aposta é de continuidade com Celina Leão.

No transporte, o corredor de ônibus da EPIG avança, com liberação de viadutos ainda neste ano e conclusão prevista para 2026. A requalificação da W3, com pavimento em concreto, calçadas e acessibilidade, e a reforma do Setor Comercial Sul miram conforto e durabilidade. Em paralelo, o DF amplia a malha cicloviária, com meta de ao menos 150 quilômetros adicionais, novas ligações e iluminação.

A drenagem ganhou prioridade. No Sol Nascente, Casimiro fala em 97% concluído e última interligação em execução. O programa Drenar já reduziu alagamentos na Asa Norte, no trecho NA2, e avança para os setores 10 a 12. Em Vicente Pires, a infraestrutura supera 90%. No Parque Sul, a requalificação entra na fase final, com previsão de entrega em novembro.

Grandes projetos 

Na mobilidade de massa, o VLT da W3 permanece em pauta, com projeto adaptado ao tombamento, alimentação subterrânea e análise no Tribunal de Contas. Há possibilidade de licitação e início em 2026. O metrô recebeu novas estações na Asa Sul e em Ônoyama, prepara complementações em Ceilândia e Samambaia e estuda uma linha da Esplanada a Santa Maria por eixos como Sudoeste e Cruzeiro.

Casimiro pondera que a tarifa zero universal exige cautela. Em cidades onde foi implantada, a demanda cresceu até 60%, o que pressiona custos e frota. Por ora, permanece a gratuidade em domingos e feriados.

O recado político é direto. Entregas visíveis e, principalmente, obras subterrâneas de drenagem e manutenção de viadutos sustentam a narrativa de gestão. Com frentes em execução e projetos estruturantes engatilhados, o GDF monta o terreno para 2026.

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